domingo, 4 de novembro de 2012

Pôr do Sol (1888)

Em 1888 Vincent Van Gogh sai de Paris aonde residia e se muda para Arles, uma cidade no sul da França com grande importância na agropecuária por comercializar vinhos e frutas. Essa mudança de um centro urbano para uma cidade rural fez com que Van Gogh passasse a pintar cenas ao ar livre, somado ao fato do sol na região mediterrânea, onde esta localizada Arles, ser muito intenso vemos uma mudança na coloração do artista, que esquece da forma naturalista de empregar as cores e passa a utilizar cores muito intensas, e uma mudança nos temas pintados por ele, como vemos em Pôr do Sol (1888). Van Gogh ficou tão impressionado pela beleza do Sole das cores intensas proporcionadas pelo reflexo da intensa luz solar da região que fez com que ocorresse essa mudança nas pinturas do artista. Sua paixão pelo Sol de Arles pode ser verificada em suas cartas escritas para seu irmão Theo em que fala "Agora nós temos aqui um glorioso e forte calor sem vento, o que é bom para o meu trabalho. Um sol, uma luz, que por falta de nome melhor, eu chamo de amarelo, amarelo-limão, limão-claro-ouro. Como é bonito o amarelo!".
É uma pintura a Óleo que se utiliza de cores intensas, como já dito antes, para destacar o pasto em primeiro plano e o próprio pôr do sol ao fundo que se contrastam com o céu escurecendo feito de tons diferentes de azul, possui 74 cm de altura e 91 cm de comprimento.

Caveira com cigarro aceso (1886)



Através desta tela, Vicent Van Gogh procurou trasmitir os malefícios da nicotina.
O quadro é um óleo sobre tela com 32 por 24,5 cm de dimensão, podemos perceber claramente , na obra , a influência dos impressionismo em seu trabalho. Foi pintado entre 1885 e 1886.


Trigal com Corvos (1890)



A obra Trigal com Corvos de Vicent Van Gogh, foi pintada num período no qual Van Gogh passava por sérios problemas emocionais, marcados por várias crises nervosas, e foi internado num hospital. Após vários tratamentos, ele decidiu pintar vários quadros com cores fortes e linhas retorcidas (como é o caso da obra a cima), que, com pinceladas fortes e nítidas, conseguiu destacar apenas os elementos da paisagem: os corvos, os pés de trigo, e os caminhos de terra passando pelo trigal.
O quadro procura fazer uma representação turbulenta da realidade, com uma intensa mistura de cores fortes e pinceladas nítidas, que trabalham bastante com o contraste e a indefinição das formas.
Um ano depois de ter pintado a obra, Van Gogh cometeu suicídio, deixando um repertório de 879 pinturas, 1756 desenhos, e 10 gravuras. Ele tinha uma peculiaridade de expressar todos os sentimentos nas obras, o que fez com que ele perdesse a graça de viver, e por isso, na obra, ele representou (conforme Freud) os espíritos que assolavam a sua vida, por meio dos corvos sobrevoando o trigal.

Os Comedores de Batata (1885)



A obra “Os Comedores de Batata (1885) “ de Van Gogh , pertence à primeira fase da pintura do artista, desenvolvida na Holanda, sob influência do realismo do artista Millet. O quadro mostra cinco pessoas sentadas em torno de uma mesa de madeira. Os camponeses, na mesa, fazem parte de uma cena mais solidária. Apresentando caracteristicas da uma vida sofrida e árdua, tanto no trabalho diurno quanto no descanso noturno. Para van Gogh, a escuridão também era cor. Ele trabalhou as sombras com azuis que, junto era pouco iluminado pelo lampião, dão um aspecto frio ao ambiente,um ambiente mais escuro. Nesta  obra é mostrado ,devido aos tons de luz, a pobreza destas gerações, com olhares também bastantes preocupadas.  Van Gogh salientou os traços grosseiros das mãos e das faces dos trabalhadores da terra. Em busca de intensidade dramática, explorou a potencialidade expressiva dos tons escuros, da luminosidade barroca e do pincel nervoso. Caracteristicas de alguns dos restantes quadros realizados por van Gogh na mesma época, esta tela apresenta tons escuros e pesados, retratando os sentimentos do pintor pelos pobres trabalhadores das minas de carvão.,pela pobreza , como ela era retratada . Ele teve que fazer muitas pesquisas e  estudos para conseguir pintar esta obra , chegando a pintar ate mesmo quarenta cabeças de camponeses  e diversas partes da composição . Sendo essa sua primeira composição feita com um grupo de personagens.

sábado, 3 de novembro de 2012

Casa Amarela (1888)

WLANL - Pachango - Het gele huis ('De straat'), Vincent van Gogh (1888).jpg

Uma das pinturas com aspectos noturnos de van gogh. nessa obra van gogh retrata uma das casas em que morou em Arles na frança. a intencao de van gogh era utilizar essa casa para fundar uma possivel comunidade artistica. van gogh escolhe pintar a casa de amarelo porque e uma cor marcante e simbolica para ele. Essa obra e uma das obras mais representativas de van gogh, pois representa um sonho que devido as condicoes financeiras e por problemas de saudes do proprio pintor esse sonho nao se realizo.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O Semeador (1888)



Na obra de Vincent van Gogh, 1888, "O Semeador", os contrastes de cores brilhantes e da articulação em volta do tronco de árvore faz com que Vincent se volte para o espírito da gravura japonesa. O vasto Sol, pintados com traços concêntricos, paira acima da cabeça do semeador, e têm-se como gesto essencial - lançando a semente com a mão estendida - na qual encarna o paralelo entre o esforço artístico e agrícola. A germinação de ideias parecia tão natural e necessária para van Gogh como o cultivo da terra.
Vincent admirava o pintor J.F. Millet, em que se inspirou para fazer esse quadro.
Fez vários estudos sobre o quadro de Millet, utilizando diversas técnicas: esboços em tinta e pena, desenhos a carvão e pintura a óleo.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A Sesta (1890)



Este quadro, intitulado “A Sesta“, data de 1890 e é dos últimos dos cerca de 820 pintados por Van gogh.
Os dois camponeses recostados ao montículo de feno expressam, sem o tradicional uso da fisionomia, toda a narrativa e psicologia que expande o cenário, encontrando focos de um lirismo tão marcadamente melancólico, que transborda de inocência, no merecido descanso da labuta, lutando contra um sol (única fonte de luz possível) que irradia para todos os lados, como se a luz brotasse do chão, pois não há zonas de sombras no quadro.
Apesar da delicadeza paisagística, este quadro coloca o homem na terra, lugar de onde veio e para onde irá; todas as coisas, botas, estrovenga, homem e mulher e animais estão grudados ao solo que absorve quase toda tela, nada há suspenso; exceto uma nesga de céu que se projeta no fundo, distante, não sendo personagem, mas emblema da distância entre o divino e o terreno.